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Musicoterapia

“ A alma pode ser condicionada pela música, assim como o corpo, pela atividade física “
( Platão )

No momento atual que nosso planeta está passando por tanta incerteza gerando medo e ansiedade, e que nem sequer podemos sair de casa para espairecer um pouco, nada melhor do que podermos depositar na música o alento, o tratamento e até a cura para nossos desequilíbrios emocionais.

Para muitas culturas, o som é a força divina que se manifesta através das vibrações rítmicas.

A musicoterapia é uma técnica ligada ao uso das leis naturais que tem suas raízes na sabedoria cujas origens se perdem no tempo. Quem nunca se sentiu atemorizado ao som de trovões? Por outro lado, quase todos se sentem envolvidos por uma grande tranquilidade e calma, ao som de uma chuva fina ou o canto de um pássaro. Os sons da natureza sempre fascinam e influenciam profundamente os seres humanos. São muitas as referências e numerosos escritos relacionados à aplicação da música e dos sons na medicina.

Na região próxima a Kahum, no Egito, foi descoberto em 1889, um Papiro de aproximadamente 4.500 anos que revela a aplicação de um sistema de sons e músicas instrumentais ou vocais, para o tratamento de problemas emocionais e espirituais. Esse sistema incluía até mesmo indicações para doenças físicas.

Homero, famoso historiador que precedeu Platão, afirmava que a música foi uma dádiva divina para o homem: com ela poderia alegrar a alma e assim, apaziguar as perturbações de sua mente e de seu corpo.

Segundo Platão, a alma pode ser condicionada pela música assim como o corpo pela ginástica!

Na idade média, acreditava-se que o som da flauta doce era capaz de curar crises de dor ciática como confirmam registros da época.
Hoje, a medicina natural, além de aplicar esse mesmo recurso em crises ciáticas, estendeu seu uso a manifestações agudas de outras doenças nevrálgicas.

Os japoneses mantém o hábito milenar de pendurar nas portas e janelas instrumentos que produzem sons à passagem do vento. Desse modo, purificam-se as vibrações dos ambientes, criando-se uma atmosfera de calma e paz, propiciando concentração, a interiorização e o convívio harmonioso.

O pesquisador japonês Massaru Emoto conseguiu provar cientificamente com fotos de cristais de água congelados, e analisados em laboratório, a influência que a música pode ter no nosso corpo.

A medicina Ayurvédica dispõe de sons instrumentais de cantos e mantras capazes de ativar e de equilibrar os centros de força psíquica do homem , promovendo a recuperação do organismo mesmo no caso de graves disfunções.
Na Universidade de Michigan (EUA) , médicos pesquisadores descobriram que o som da harpa alivia pacientes portadores de sintomas histéricos e que os solos de violino podem eliminar dores de cabeça e diminuir a enxaqueca.

INSTRUMENTOS MUSICAIS E SEUS EFEITOS :
PIANO – Combate depressão e melancolia;
VIOLINO – Combate a sensação de insegurança;
FLAUTA DOCE – Combate o nervosismo e ansiedade
VIOLONCELO – Incentiva a introspecção e a sobriedade.
DEMAIS INSTRUMENTOS DE SOPRO – Inspiram coragem e impulsividade.

COMO SE DÁ A RESPOSTA FISIOLÓGICA DA MÚSICA NO NOSSO CORPO:

As ondas sonoras são captadas pelo pavilhão auricular, e chegam ao conduto auditivo e ao tímpano , cujas vibrações atingem o ouvido médio onde são convertidas em impulsos nervosos.

Esses impulsos viajam até o cérebro pelo nervo óptico e ali são interpretados pelas células nervosas altamente diferenciadas que “entendem “ tais estímulos como som. O deslocamento das vibrações sonoras no líquido cerebroespinal e nas cavidades de ressonância do cérebro, determinam um tipo de massagem sônica que seguindo a qualidade harmônica do som, produz efeitos positivos ou negativos benéficos ou não, ao sistema psicobioenergético.

As fibras nervosas convertem o som captado em estímulo nervoso propriamente dito.

O encadeamento de estímulos produz então , efeitos específicos no organismo. No caso da dor, a música melodiosa, terna e serena, determina efeito analgésico ou anestésico.
Através de complexos mecanismos, os neurônios atingem um estado de harmonia que se traduz como repouso na célula; o efeito oposto ocorre com sons estridentes, muito fortes, desarmônicos , que determinam hiper estimulação das células nervosas e estress neuronial.

EVIDÊNCIA CIENTÍFICA:

Estudos relizados pela ACADEMIA FRANCESA DE MEDICINA , apontam o ruído forte como responsável por grande parte das depressões nervosas e de muitas enfermidades orgânicas.
Segundo essas pesquisas, em 1982, o ruído das fábricas, foi responsável por 11 % dos acidentes de trabalho; o excesso de barulho foi a causa de 1/3 dos casos de depressão nervosa entre trabalhadores franceses e 1 entre 5 internações psiquiátricas deve-se a esse mesmo motivo.
As experiências do CENTRO DE PESQUISAS E APLICAÇÕES PSICOMUSICAIS fizeram da França, um dos países pioneiros no emprego da musicoterapia.

Com base em suas pesquisas , o efeito de determinadas músicas sobre pacientes com doenças nervosas foi dividido em 4 grupos:

1- EFEITO RELAXANTE 2- TRANQUILIDADE PROFUNDA 3- TONIFICANTE 4- EXALTAÇÃO E ESTIMULAÇÃO

Por isso, coloque as músicas certas na sua vida , e adquira mais paz, harmonia, tranquilidade e assertividade. Viva a vida plena que você nasceu pra viver !!!

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Lilia Godoi

Lilia Godoi

Lilia Godoi é treinadora, diretora e proprietária da Lilia Godoi Assessoria Esportiva. Formada em Educação Física pela UFRJ e Pós Graduada em Treinamento Esportivo, é representante do Projeto Empresto Minhas Pernas no Rio de Janeiro e em Niterói, mestre de Reiki e atleta de várias modalidades esportivas com resultados nacionais e internacionais.

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